domingo, 25 de janeiro de 2009

Parabéns, São Paulo!

Hoje é 25 de janeiro, faz 455 anos que aquele colégio dos jesuítas na aldeia de Piratininga, sob a liderança do Pe. José de Anchieta, dava origem à grande metrópole.
São Paulo é a minha terra, e neste dia eu não poderia deixar passar em branco o aniversário dessa grande cidade. O texto a seguir é um trecho da letra de
Sinfonia Paulistana”, de Billy Blanco, que retrata um pouco a loucura que é a vida em São Paulo:

Começou um novo dia, já volta
Quem ia, o tempo é de chegar
De metrô chego primeiro, se tempo é dinheiro
Melhor, vou faturar
Sempre ligeiro na rua, como quem sabe o que quer
Vai o paulista na sua, para o que der e vier
A cidade não desperta, apenas acerta a sua posição
Porque tudo se repete, são sete
E às sete explode em multidão:
Portas de aço levantam, todos parecem correr
Não correm de, correm para
Para São Paulo crescer
Vão bora, vão bora, olha a hora
Vão bora, vão bora, vão bora, vão bora
Olha a hora, vão bora, vão bora, vão bora

Sobre Sinfonia Paulistana, o
Wikipédia diz:

Sinfonia Paulistana (Retrato de uma cidade)
Foi concluída em 1974. Billy Blanco trabalhou nela durante dez anos. É composta por quinze canções, cantadas por
Elza Soares, Pery Ribeiro, Cláudia, Claudette Soares, Nadinho da Ilha, Miltinho, coro do Teatro Municipal de São Paulo. Produção de Aloysio de Oliveira e orquestra regida pelo maestro Chico de Moraes.
As músicas se chamam
Louvação de Anchieta, Bartira, Monções, Tema de São Paulo, Capital do tempo, O dinheiro, Coisas da noite, O céu de São Paulo, Amanhecendo, O tempo e a hora, Viva o camelô, Pro esporte, São Paulo jovem, Rua Augusta e Grande São Paulo.
Destacando-se o
carimbó épico Monções, e a original fusão bossa-pop em O tempo e a hora.

sábado, 10 de janeiro de 2009

O tema do trema

O Prof. Josemar Xavier Dorilêo escreve a respeito do trema após a Reforma Ortográfica de 1971:

“A reforma ortográfica de 1971 retirou da gramática brasileira os tremas utilizados em hiatos átonos. Segundo o professor de português Cláudio Moreno, esse trema era raro e poucos brasileiros conheciam. Era facultativo e servia para diferenciar um tipo de hiato que se confundia com um ditongo. Por exemplo, gaüchismo, deveria ser lido da seguinte forma: ga-ü-chis-mo e não gau-chis-mo. Païsinho, de país, seria lido como pa-ï-si-nho e não pai-si-nho. Quando o Acordo Ortográfico entrar em vigor, o trema será totalmente abolido do português.”
Para ver o texto completo a respeito da nova reforma da ortografia em:

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Feliz Ortografia Nova!

Ano Novo, Ortografia Nova!
Mais uma vez a ortografia é mexida! Vamos ver se essa atual pega de vez, e veremos quando será a próxima!
Feliz Ano Novo e até a próxima reforma!