segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Interesse das editoras?

Comentário de um anônimo no jornal O Estado de São Paulo:
É preciso desmascarar esse acordo ortográfico como sendo de interesse unicamente das editoras, de olho no mercado, mas contrário aos milhões de jovens brasileiros que se iniciam no aprendizado da sua língua pátria. A eliminação dos acentos em "ói" "éi" visa unicamente a atender à prosódia portuguesa. No Brasil a pronúncia é aberta "assembléia", "colméia". Como ensinar ao menino e à menina lá no interior do Mato Grosso, com seu livrinho na mão, a pronúncia de "colmeia" (como agora será escrito)? Mando comprar computador e encomendar dicionário com CD? Com a grafia anterior ela não precisava nada disso. O Mesmo pergunto quando essa criança vir "exiguidade". Antes, o trema resolvia a dúvida, agora, terá que checar em dicionário. Esse acordo prejudica a educação no Brasil, já tão mal das pernas. É preciso acabar com essa balela de "unificação". Mentira! Antes, desunifica. Agora os portugueses poderão escrever "conceção" e "receção". Não entendeu? São as conhecidíssimas "concepção" e "recepção". Unificou? Mentira!
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